 | | | 10 de junho de 2026 | | Tempo de leitura: 8 min e 55 seg |
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| | | Indústria brasileira busca a adaptabilidade | | Olá, *|FNAME|*! | | A quinta edição da FEIMEC (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), realizada em maio, em São Paulo, trouxe um panorama de como as indústrias brasileiras enxergam sua evolução nos processos da Indústria 4.0. Mais de mil expositores apresentaram soluções para diversos setores, da indústria automotiva ao agronegócio, passando por setores como metalmecânica e papel e celulose. O público ultrapassou 70 mil pessoas. E o que chamou a atenção dos expositores foi que o interesse dos visitantes era mais que simplesmente acompanhar as novidades. Segundo Rodrigo Bueno, diretor da ABB Robotics para o cluster South America, as perguntas tinham foco em implementação e resultados. Bueno cita, entre as tecnologias que mais atraíram a atenção do público, robôs colaborativos, que atuam no mesmo ambiente que os trabalhadores humanos, como implementos que permitem automatizar determinadas tarefas, sem a necessidade de redesenhar completamente plantas industriais. | | Segundo a CNI, 56% das empresas industriais brasileiras pretendem fazer investimentos em 2026, sendo que 31% desses aportes correspondem a novos projetos. Automação, inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT), robótica e manufatura aditiva já são vistos como capítulos do planejamento das empresas para os próximos anos. | | O tema do evento, “Adaptabilidade – O Ápice da Maturidade 4.0”, foi baseado no modelo da ACATECH (Academia Alemã de Ciências e Engenharia), que estrutura a evolução da Indústria 4.0 em seis níveis, do básico (informatização) até o mais avançado (adaptabilidade). Nesse estágio mais avançado do modelo, os sistemas podem ir além de monitoramento e previsão, tomando decisões autônomas e ajustando processos automaticamente. | | “A presença de tecnologias de ponta sinaliza que a indústria brasileira está superando o desafio da digitalização básica para entrar na era da análise profunda”, avaliou Tarcisio Dias, editor do Mecânica Online, citando exemplos. “A integração da metrologia de precisão com a manufatura aditiva não é apenas uma mudança de maquinário, mas uma evolução na inteligência produtiva. Ao aproximar soluções como a tomografia e a impressão 3D do dia a dia das fábricas, o setor ganha uma autonomia técnica que reduz a dependência de longas cadeias de suprimentos e acelera o desenvolvimento de produtos com qualidade garantida”, concluiu. | | Uma amostra do estágio em que a indústria se encontra foi o Demonstrador de Soluções, um espaço de 240 m2 montado pela ABIMAQ (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos) com o IPDMAQ (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e o SENAI-SP. Diferentemente de um estande tradicional, ali não eram demonstradas máquinas específicas, mas sim operações integradas em células de manufatura inteligentes, aplicadas no chão de fábrica. Para quem não conseguiu comparecer ao evento, o portal Sala da Notícia listou um resumo de alguns dos destaques entre os expositores. | | Nesta edição, veja também como cada vez mais as indústrias estão agregando serviços aos produtos que fornecem, como estratégia de fidelização de clientes. E como a busca por eficiência energética e descarbonização está acelerando os investimentos em hidrogênio. | | Boa leitura e até a próxima edição! | | | | Radar da indústria | | | | Indústrias cada vez mais oferecem serviços | | Em cada dez indústrias brasileiras, quatro oferecem serviços agregados aos seus produtos. Uma pesquisamostrou que a tendência vai das pequenas às grandes empresas. Os serviços já representam, em média, 18% do faturamento das indústrias. Parte das empresas não cobra por esses serviços, usando-os como estratégia de diferenciação e valor agregado. | | | | | Tecnologias podem ajudar a tornar tornar hidrogênio mais acessível | | O hidrogênio é visto por muitos como o combustível do futuro, por ser uma substância abundante na natureza e capaz de gerar energia sem emitir gases de efeito estufa. O problema para sua exploração sempre foi o alto custo – econômico e ambiental – para obtê-lo. Uma série de novas tecnologias, porém, promete tornar a sua exploração economicamente viável e ambientalmente compensadora. | | | | |  | Frase da edição |
|  | | A indústria brasileira está em um estágio intermediário. Alguns setores já agregam muitos serviços de valor à produção, enquanto outros ainda não estão nesse mesmo nível. A tendência é que toda a indústria passe por esse processo de servitização, assim como nas economias mais desenvolvidas, onde os serviços têm ficado cada vez mais presentes em torno da indústria.” | | Rafael Sales Rios, especialista em Políticas e Indústria da CNI, sobre a tendência das indústrias oferecerem serviços aos clientes junto com a seus produtos. | |
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| Jogo rápido | | | Energias solar e eólica superam gás no mundo pela primeira vez. Conflito no Oriente Médio empurrou os países na direção de fontes renováveis, em busca de autonomia energética. Essas fontes renováveis, porém, ainda continuam atrás do carvão na geração global. | | | | Profissionais C-level não usam IA adequadamente, diz estudo. No lugar de utilizar a ferramenta para redesenhar fluxos de trabalho e disseminar o uso da IA entre a equipe, acabam centralizando ainda mais a execução, deixando de delegar tarefas primárias. | | | | Conectividade no agronegócio avança 15%. A expansão do 4G e do 5G no campo está impulsionando os mercados de máquinas autônomas, agricultura de precisão, telemetria e automação de processos. Segundo a ConectarAGRO, a área agricultável conectada no Brasil cresceu de 18,7% para 33,9% em dois anos. | | | | Titânio ganha espaço nas indústrias de papel e celulose. Durabilidade, resistência à corrosão e alta performance impulsionam o uso do material. | | | | Conteúdo Mobil™ | | | | Prever o futuro significa reduzir custos | | A análise de vibrações é uma tecnologia-chave para a manutenção preditiva dos equipamentos industriais. Com base nela, é possível reduzir custos com interrupções, maximizar a produtividade e até diminuir o consumo de energia e o gasto com peças de reposição. Conheça casos de sucesso de empresas que melhoraram seus resultados com a ajuda dessa tecnologia. Baixe nosso e-book sobre análise de vibração e veja como sua indústria pode se beneficiar! | | | | | | O que você achou desta edição? | | | Se você recebeu a newsletter Indústria em Movimento de alguém, que tal se inscrever? É só clicar aqui |
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